Os infindáveis rumores e especulações que circularam pela web nos últimos meses em torno da geração de GPUs Kepler da NVIDIA finalmente chega ao fim hoje, com o lançamento oficial da GeForce GTX 680.
Vale ressaltar que muitos dos rumores se mostraram infundados, como foi o caso, por exemplo, de uma notícia veiculada nos principais canais de informação, quemostrava as supostas especificações da linha Kepler, com expressivo ganho de performance frente a Radeon 7970. Entretanto, outras especulações acabaram por se comprovar, como a notícia de que as novas GeForces teriam clocks dinamicamente ajustáveis, e outra que estimava o tamanho do die da GK104.
Se, por um lado, os rumores ajudam no sentido de se tentar montar o “quebra-cabeças” de um lançamento, por outro, podem prejudicar na medida em que se cria uma grande expectativa por parte da comunidade, que em muitos casos, acaba por não se comprovar na realidade. Foi assim no passado e certamente o será no futuro. Os rumores e especulações fazem parte do jogo da indústria e da mídia.
Se, por um lado, os rumores ajudam no sentido de se tentar montar o “quebra-cabeças” de um lançamento, por outro, podem prejudicar na medida em que se cria uma grande expectativa por parte da comunidade, que em muitos casos, acaba por não se comprovar na realidade. Foi assim no passado e certamente o será no futuro. Os rumores e especulações fazem parte do jogo da indústria e da mídia.
A GTX 680 – como o próprio nome sugere – é a placa single-GPU mais poderosa da NVIDIA desta nova geração, e é com imensa satisfação que apresentamos em primeiríssima mão, em caráter super exclusivo à comunidade brasileira, a sua análise completa.
Decididamente a NVIDIA “recheou” a GeForce GTX 680 com muitos predicados. O primeiro deles, sem dúvidas, é a imensa quantidade de CUDA Cores (processadores gráficos, também conhecidos como Sream Processors ou Shader Cores). São nada mais nada menos do que três vezes mais núcleos de processamento em relação à GTX 580! Além disso, os elevados clocks da GPU e memória – respectivamente em 1006Mhz e 6000Mhz – são outros pontos que saltam aos olhos do mercado.
Contudo, a placa apresenta outros destaques bem interessantes, como é o caso do GPU Boost – que turbina dinamicamente os clocks da placa – dos filtros proprietários FXAA (Fast Approximate Anti-Aliasing) e TXAA (Temporal Anti-aliasing), além do recurso adptive VSync (sincronismo vertical adaptativo) e do 3D Vision Surround.
Por último, mas não por menos, um ponto que, no início dos rumores, foi taxado pela comunidade como infundado, mas que acabou se confirmando. É o TDP em impressionantes 195W! Isso representa expressivos 55W a menos do que a sua rival HD 7970. Aliás, fazia um bom tempo que a NVIDIA não tinha uma GeForce com consumo nominal menor que uma Radeon. Isso só foi possível graças à mudança empregada na arquitetura, além, é claro, do refinamento no processo de fabricação dos chips gráficos, ao utilizar a litografia em 28nm.
Com toda a expectativa gerada em torno da linha Kepler, a pergunta que não quer calar é: será a GeForce GTX 680 “tudo isso” em relação à Radeon HD 7970? Bem, para responder a essa pergunta, nada melhor do que acompanhar na íntegra a nossa análise da nova “queridinha” da NVIDIA.
Decididamente a NVIDIA “recheou” a GeForce GTX 680 com muitos predicados. O primeiro deles, sem dúvidas, é a imensa quantidade de CUDA Cores (processadores gráficos, também conhecidos como Sream Processors ou Shader Cores). São nada mais nada menos do que três vezes mais núcleos de processamento em relação à GTX 580! Além disso, os elevados clocks da GPU e memória – respectivamente em 1006Mhz e 6000Mhz – são outros pontos que saltam aos olhos do mercado.
Contudo, a placa apresenta outros destaques bem interessantes, como é o caso do GPU Boost – que turbina dinamicamente os clocks da placa – dos filtros proprietários FXAA (Fast Approximate Anti-Aliasing) e TXAA (Temporal Anti-aliasing), além do recurso adptive VSync (sincronismo vertical adaptativo) e do 3D Vision Surround.
Por último, mas não por menos, um ponto que, no início dos rumores, foi taxado pela comunidade como infundado, mas que acabou se confirmando. É o TDP em impressionantes 195W! Isso representa expressivos 55W a menos do que a sua rival HD 7970. Aliás, fazia um bom tempo que a NVIDIA não tinha uma GeForce com consumo nominal menor que uma Radeon. Isso só foi possível graças à mudança empregada na arquitetura, além, é claro, do refinamento no processo de fabricação dos chips gráficos, ao utilizar a litografia em 28nm.
Com toda a expectativa gerada em torno da linha Kepler, a pergunta que não quer calar é: será a GeForce GTX 680 “tudo isso” em relação à Radeon HD 7970? Bem, para responder a essa pergunta, nada melhor do que acompanhar na íntegra a nossa análise da nova “queridinha” da NVIDIA.
Via Adrenaline
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