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terça-feira, 26 de março de 2013

O mundo é dos anti-heróis

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anti-herói (anti- + herói)  s. m. Pessoa ou personagem de ficção à qual faltam os atributos físicos ou morais geralmente atribuídos aos heróis. ≠ HERÓI   PRIMEIRAMENTE: não seja burro precipitado. Anti-herói não deve JAMAIS ser confundido com vilão. Vilão é o cara que faz maldades e é inimigo do herói. O anti-herói, nada mais é do que um herói badass. Foi-se o tempo em que o super-herói bonzinho, que luta contra o mal, salva os inocentes, conquista mocinhas, segue as regras e mantém a paz era idolatrado. Atualmente, quem faz sucesso mesmo são os anti-heróis, aqueles caras que, apesar de salvar o dia, se comportam totalmente ao contrário dos heróis. Eles bebem, são irônicos, debocham de tudo, pegam geral, riem da cara dos outros e não se deixam levar por nenhuma regrinha moral da sociedade. Não está entendendo? Vou lhe dar exemplos de anti-heróis que você com certeza deve amar, aí vai entender o que estou tentando dizer.
JACK SPARROW
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O Capitão Jack Sparrow (vivido por Johnny Depp) roubou totalmente a cena na franquia Piratas do Caribe. O pirata bêbado, irônico, piadista, debochado, sujo, inconsequente, desastrado e que sempre se mete nas piores roubadas, é um exemplo de anti-herói. Ele inclusive deu uns pegas na mocinha do filme, mesmo ela sendo par do Orlando Bloom. Mas, apesar de toda essa gama de imperfeições, ele ajuda a salvar o dia e acabou sendo adorado por legiões de fãs.
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OBS: Johnny Depp é mestre em interpretar anti-heróis, podemos citar Edward Mãos-de-Tesoura, Willy Wonka, Chapeleiro Maluco e etc.
IRON MAN
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“Gênio, milionário, playboy e filantropo.” – essa é a descrição de Tony Stark (interpretado por Robert Downey Jr.) por ele mesmo. O modesto, charmoso, pegador, milionário, debochado, sarcástico, engraçado e inteligente anti-herói que conhecemos por Iron Man, é simplesmente incrível. Ele salva o dia, mas não sem antes aprontar alguma ou se meter em confusão. E quem não lembra da frase mais irônica de todas que ele proferiu, e acabou virando o jargão do filme Os vingadores?
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WOLVERINE
Barbudo, mal-humorado, respondão, lindo, sarcástico, conquistador, fumante, bêbado e fruto de uma experiência do exército. Wolwerine (interpretado por Hugh Jackman) é um grande exemplo de anti-herói. Ele defende o mundo, mas do jeito dele. Nada de moral, leis, regras e boa conduta. Quando o Wolverine entra em cena, em cima de sua moto furiosa, ele é quem manda. E ai de quem se meter em seu caminho.
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HOUSE
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O médico mais famoso de todos os tempos: Dr. House (interpretado por Hugh Laurie). Ele é um mestre em sua profissão, salva centenas de vidas mesmo não tendo nenhum superpoder, debocha da cara de todos os seus subordinados e inclusive dos chefes, ironiza os próprios pacientes, é curto e grosso com todos, detesta sentimentalismo, é viciado em analgésicos, não sente nenhum tipo de remorso e faz o que tem que ser feito. Apesar disso, tem milhares de fãs pelo mundo todo. Por quê? Porque ele é um anti-herói. Apesar de todas as características medonhas desse cara, ele salva vidas e é respeitado em todo o meio em que vive.
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CAPITÃO NASCIMENTO
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Para vocês verem que não é preciso ir muito longe para encontrar um anti-herói. O nosso amado Capitão Nascimento (interpretado por Wagner Moura), da franquia Tropa de Elite é um exemplo de anti-herói tupiniquim. Ele é gritão, mal-humorado, violento, estressado, desce a mão nos próprios alunos e não poupa bandido nenhum. Mesmo com todas essas características, ele é adorado, porque põe bandido na cadeia, salvando o dia e cumprindo sua missão, mesmo que seja do jeito dele.
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DARYL DIXON
1-515ecb29b0f14b982e574e64172965fe Nos primeiros episódios ele pode até ter criado uma certa antipatia no público, mas hoje? Hoje o cara é IDOLATRADO! Ele fez o mocinho (que deveria estar sendo idolatrado no lugar dele, mas não rolou) largar mulher e filho para ir até uma cidade cheia de zumbis buscar o irmão fdp dele. Ele é sarcástico, mal-humorado, mal-educado, desajeitado e arrogante. Sem contar que anda sempre sujo. PORÉM, é o anti-herói da série The Walking Dead, e conseguiu abafar completamente Rick, o mocinho. Com sua mira incrível, portando sua besta, que diga-se de passagem é sua marca registrada, ele passa por cima de qualquer zumbi (ou humano) que atravessar seu caminho. Depois de um tempo, aquela pose de durão vai cedendo, e Daryl mostra, em alguns instantes, que é sim uma pessoa boa, mas diferente, e isso conquistou o público de tal forma, que ele virou o ícone da série e o sonho de todas as garotas.
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Enfim, os anti-heróis podem ser identificados em todos os cantos. Até mesmo na sua cidade deve haver alguns. O que interessa em toda essa história, é que realmente entramos em uma nova fase, o tempo em que heróis “certinhos” como Super-Homem, Homem-Aranha, Capitão América e afins eram idolatrados, passou. Hoje, pra ser um herói de sucesso, você precisa ter algo a mais, você precisa chamar atenção, você precisa ser um anti-herói. Porque o mundo, ele é dos anti-heróis.

Via Proibido Ler

sábado, 8 de dezembro de 2012

Final Fantasy VI - Blog do Amer



Esta não é a primeira vez que digo isso e provavelmente não será a última, mas RPG’s Japoneses (ou JRPG’s, pra simplificar) não são hoje o que um dia foram.

Voltemos no tempo até a metade da década de 1990. A geração dominante de consoles era a de 16 Bits e títulos de ação praticamente dominavam o mercado ocidental, luta, corrida, tiroteio, eram as opções que mais recheavam locadoras e encontrar algo mais destinado a narração de uma história, bom, era razoavelmente difícil.

No Japão, no entanto, as coisas eram diferentes. Não é uma afirmação equivocada dizer que o sucesso de um console muitas vezes dependia exclusivamente dos RPG’s que o acompanhavam. Graças ao gosto dos Japoneses pelo gênero, o mesmo pôde ser bastante refinado e obras de qualidade inquestionável foram criadas.

De Phantasy Star a Earthbound, de Secret of Mana a Chrono Trigger, jogadores apaixonados por histórias longas e personagens cativantes tinham inúmeras opções em mãos.

O auge desta maturidade narrativa foi alcançado em 1994, com Final Fantasy VI. Até hoje, poucas produções, Japonesas ou Americanas conseguem se comparar a sua complexidade e qualidade.

Vejamos agora o que torna este game tão incrível.

A história começa 3 mil anos antes do início do jogo. Neste tempo imemorial, um trio de deuses travava uma batalha interminável e imbutiam poderes mágicos nos humanos para assim construir seus exércitos. Após quase aniquilarem toda a vida no planeta, os três deuses perceberam a banalidade de seu conflito e o encerraram. Eles converteram-se em estátuas e se exilaram em um continente flutuante habitado pelas mais abomináveis feras. A humanidade então teve a chance de existir sem interferências.

No presente, o imperador Gesthal criou um vasto império tecnológico e com ele, tomou o planeta quase inteiro. De alguma forma, seus cientistas descobriram como refinar mágica a partir dos Espers (os humanos que foram transformados pelo poder dos antigos deuses) e passaram a utilizá-la como a mais terrível das armas. Graças a isso, a humanidade encontra-se a beira de um holocausto mágico, mais uma vez.

A aventura começa quando uma garota sem nome e dois soldados imperiais invadem uma cidade mineradora a fim de capturar um Esper que lá foi encontrado. Ao se depararem com ele, a criatura destrói a lavagem cerebral com o qual o império controlava a guerreira e lhe dá a opção de escolher seu próprio caminho pela primeira vez na vida.

Deste momento em diante, ela une-se a rebelião que opõe-se ao império, em busca de descobrir também sua verdadeira origem.

Claro, essa é só a ponta do iceberg. A história é muito mais complexa e detalhada, mas é difícil falar a respeito sem soltar Spoilers imensos.

Mas o maior trunfo de Final Fantasy VI está em seu elenco, que com 14 personagens (sem contar os membros temporários) consegue ser um dos mais fascinantes, senão O MAIS fascinante já criado para um título da série.

Terra (a personagem com quem começamos o game) está em uma jornada de auto descobrimento, tentando encontrar seu lugar no mundo, mas a mesma nunca parece forçada, ou tenta seguir o caminho da “heroína repleta de angústia” que se tornou o padrão em muitos JRPG’s. Além dela temos Celes, outra ex-general do Império que mudou de lado, e que é um dos raros exemplos de uma heroína Japonesa capaz de cuidar de si mesma nas horas de dificuldade.

Existe também Locke, o “caçador de tesouros” que não resiste a tentar ajudar uma donzela em perigo, embora a maior parte do tempo seja salvo por Celes, Edgar, o rei-engenheiro do castelos movel de Figaro que é um fracasso com as mulheres (por mais que ele pense o contrário), Sabin, seu irmão gêmeo mestre em artes marciais e boa praça em tempo integral, Gau, um menino selvagem que cresceu em meio aos monstros das pradarias do mundo, Cyan, rígido samurai e único sobrevivente do reino de Doma, Strago e Relm, respectivamente avô e neta de uma vila habitada unicamente por magos, Setzer, dono de uma das únicas aeronaves do mundo que não pertencem ao Império e jogador por natureza, Mog, um representante da (fofíssima) raça dos Moogles e sujeitinho muito mais casca grossa do que parece e Shadow, que é com certeza o melhor ninja que a Squaresoft conseguiu criar em todos os seus anos de existência.

Sinto muito, Yuffie.

Sem contar Umaro, o abominável homem das neves e Gogo, o mímico. Personagens secretos que embora não sejam vitais, ajudam a aumentar muito o charme do grupo.

Uma coisa que Final Fantasy VI faz muito bem, é trabalhar os relacionamentos dos membros da equipe. Embora todos se dêem bem e sejam camaradas com um objetivo em comum, há a a formação de “panelinhas” entre personagens que tenham algo em comum, ou que tenham enfrentado juntos certos obstáculos. Sabin, Cyan e Gau formam um “trio dinâmico” após sobreviverem juntos a um longo trecho onde fogem das forças imperiais, o relacionamento entre Celes e Locke é o mais próximo que temos de um casal romântico e existe toda uma história trágica entre Strago, Relm e Shadow, do qual propositalmente vemos apenas relances.

Além de toda essa gente, Final Fantasy VI conseguiu fazer direito também o vilão. Kefka é definitivamente o maior e mais completo exemplo de antagonista que a série já nos apresentou.

Final Fantasy sempre teve vilões fascinantes. Garland é um cavaleiro que eventualmente transforma-se no caos encarnado, Golbez é um mago tão poderoso que sua humanidade é questionada em mais de uma ocasião e Sephiroth é apresentado desde o início como uma força da natureza, alguem contra o qual os heróis não deveriam sequer cogitar a esperança de uma vitória.

Kefka surge como um mero coadjuvante, um alívio cômico, mas aos poucos a coisa muda e ele se torna um pesadelo ambulante. Sua grande motivação é apenas o gosto que tem pelo caos e violência. Ele não é uma criatura lendária, apenas um homem perverso, sádico e brilhante que com isso, consegue ser um monstro mais assustador que qualquer coisa que possamos imaginar.

Personagens bons muitas vezes salvam histórias com um enredo fraco. Assim como Chrono Trigger e Persona 4, Final Fantasy VI é um dos raros games que consegue reunir uma história fantástica com um elenco carismático e fascinante.

Enquanto isso, Final Fantasy XIII tenta transformar todo homem do mundo em pedófilo. Pelo amor de Deus, Vanille não tem 18 anos nem aqui nem em Midgard! Que decadência, Square Enix!

A apresentação do game é impressionante, somente Chrono Trigger conseguiu fazer melhor uso da potência do Super Nintendo.

Os personagens são apresentados no formato SD, pequenininhos, fofos e gorduchinhos. Os vemos assim quando andamos pelo mapa com eles e quando entram em batalha, não são modelos muito detalhados, mas transmitem bem os trejeitos de cada membro do elenco.

Os chefes e inimigos normais são mais ricos em detalhes, mas não possuem animação, o que era uma tradição na série nos títulos para 8 e 16 Bits. Quem não tem costume de jogar os games mais antigos de Final Fantasy pode se incomodar com isso inicialmente, mas é apenas uma questão de se habituar.

Os cenários são de tirar o fôlego e vão muito além de meramente passar a ambientação para a história. As cidades são vivas e bucólicas, cavernas são sombrias e sujas, florestas passam todo um tom de melancolia, desertos são agoniantes, montanhas trazem névoa e toda a sensação de altitude e por aí vai.

Final Fantasy VI também faz excelente uso de efeitos especiais. Magias e ataques específicos trabalham muito bem com transparência e luz e o jogo ainda emprega muito bem os Zooms em Mode 7 que eram uma das características mais marcantes do Super Nintendo.

Os efeitos sonoros vêm diretamente do acervo de ruídos brancos de que a Squaresoft dispunha na época. Com os tradicionais “Tssshhhhh” pra representar água corrente, “Tuposch” cada vez que um golpe atinge um monstro e o “Vuuuuuuoooooom” que acompanhava certas magias.

Pois é.

A trilha sonora por outro lado, é fantástica. Cada personagem possui seu próprio tema, composto de modo a representar da melhor maneira possível sua personalidade. A música de Gau é triste e traz sentimento de abandono, Edgar e Sabin dividem uma canção forte e cheia de nobreza e Shadow possui um tema que remete a filmes de Western, fonte que possivelmente foi a inspiração para o mercenário.

Não existe dublagem, pois afinal, este é um game de 16 bits. As unicas vozes presentes são a enervante risada de Kefka e parte das canções durante a ópera.

Mas como??? Você não conhece a cena na casa de ópera? Guri, melhor você começar a jogar Final Fantasy VI logo, antes que eu vá aí e te dê umas palmadas!

A jogabilidade de Final Fantasy VI o distingue não apenas dos demais títulos da série, como também de outros games do gênero. A primeira metade da história funciona como um JRPG tradicional, mas a segunda pode ser definida como um protótipo de sandbox.

Confuso? Deixa que eu explico.

Na primeira parte, Final Fantasy VI é linear e prende-se ao roteiro. Seu grupo segue de uma cidade para outra, com objetivos fixos bastante claros. É possível desviar-se brevemente de sua rota para ganhar level ou conseguir equipamento melhor, mas logo você estará de volta a seu trajeto original.

A segunda metade do game já é bastante diferente. Seu único objetivo é enfrentar o chefe final (o que pode ser feito a qualquer momento), mas é possível adiar este confronto por quanto tempo for necessário. Neste meio tempo, é possível reunir todo o grupo, viajar para inúymeras localizações que antes não estavam disponíveis, encontrar armamentos lendários, apostar itens nas batalhas do coliseu, enfrentar chefes secretos, enfim, o céu é o limite.

Toda essa liberdade é muito bem vinda, pois Final Fantasy VI tem um dos maiores e mais bem contruidos mundos já vistos em um game de sua geração. O mapa funciona como é de praxe na série: existe um mapa mundial onde é possível ver cidades, montanhas e florestas em versões miniaturizadas e estilizadas. Assim que entramos nestes lugares, eles se tornam cenários próprios e independentes do mapa, com seus próprios caminhos e segredos.

Combate é uma parte importante de Final Fantasy VI. O grupo se atracará com os inimigos através de encontros aleatórios, que felizmente, não são numerosos como no passado. Você ainda vai se irritar quando estiver com pressa para chegar a um lugar, mas na maior parte do tempo, é possível entrar em uma caverna (ou locação do tipo) com um número razoável de itens e um Level decente, e sobreviver aos perigos que ela oferece.

Cada personagem ainda possui uma habilidade única em combate, que usada sabiamente, pode virar muitas batalhas. Terra pode usar o “Morph”, com o qual se transforma em uma Esper e todos os seus ataques passam a causar o dobro de dano, Celes tem “Runic” com o qual é capaz de absorver magias inimigas, Strago é um Blue Mage, e graças a isso pode usar ataques que são exclusivos de certos inimigos, Sabin é dono da técnica “Blitz”, com o qual é capaz de desferir golpes devastadores contra os oponentes, cada um realizado através de um comando ao estilo de Street Fighter e por aí vai.

Estas habilidades únicas ajudam a diferenciar ainda mais os personagens e obrigam o jogador a bolar estratégias na hora de montar seu grupo. Não se trata apenas de reunir um lutador, um mago e um curador, mas sim de saber quais habilidades únicas serão mais úteis em cada situação.

Ainda existem os Magicites, cristais que podem ser equipados no grupo e que além de lhes dar o poder de evocar Bahamut, Ifrit, Shiva e as demais criaturas lendárias da franquia, ainda permitem aos personagens aprenderem novas magias e aumentam determinados atributos quando os mesmos ganham Level.

Dito isso, é justo afirmar que Final Fantasy VI é um dos JRPG’s mais quebrados de todos os tempos. Jogadores com paciência podem abusar do jogo de modo a construir um grupo de personagens ridiculamente poderosos.

Um exemplo: ao equipar a Magicite Bismarck em terra, a garota irá receber 2 pontos extras de força a cada Level ganho, o que fará este atributo chegar a seu nível máximo antes dela atingir Level 99. Basta equipá-la com a Genji Glove, que Terra poderá utilizar uma arma em cada mão, dando-lhe o item Offering, ela desfere quatro golpes seguidos com cada arma equipada.

Então, com todas estas combinações, basta lhe dar as espadas Ultima Weapon e Ragnarok, e Terra irá desferir oito ataques e causar o máximo de dano com cada um deles sempre que atacar, mais que o suficiente para eliminar qualquer chefe.

É possivel alcançar este potencial absurdo com toda a equipe. Existem equipamentos poderosos em demasia pelo mundo, e todos os personagens podem aprender todas as magias, assim, com boas 30 horas de “Grinding”, dá pra ter um grupo de heróis super fortes, com as melhores magias ofensivas e de cura, capazes de chamar o Bahamut de bichinha e sobreviverem ao tranco depois.

Saudade da época em que eu tinha tempo pra isso.

Final Fantasy VI é um dos melhores games de todos os tempos.

Seu enredo é brilhante, seus personagens são complexos e cativantes, seu mundo é imersivo, a jogabilidade é equilibrada o suficiente para agradar a jogadores casuais, mas beneficia muito aos hardcores que decidirem cravar seus dentes nela, e sua apresentação é belíssima, talvez mais impressionante hoje do que ná época de seu lançamento.

Este jogo representa o ápice dos JRPG’s e de Final Fantasy como um todo. A série infelizmente perdeu seu foco com a passagem dos anos e passou a dedicar-se mais a visual e estilo do que narrativa e originalidade.

É difícil encontrar as palavras certas para encerrar este artigo, então vou dizer apenas que mesmo após passar quase duas décadas com este game, ainda prefiro gastar meu curto e raro tempo livre o revivendo, do que conhecendo a maioria do que a indústria tem a oferecer hoje.

Grandiosidade é eterna.

Nota do Amer: 10

Cheers!!!


Via Blog do Amer (mas fui eu quem sugeri ele a fazer a resenha)

A única coisa coisa que deixa a desejar é a dificuldade (é muito fácil o jogo!). Mas por isso fãs brasileiros fizeram a versão hardcore (mto boa e difícil MESMO!) http://bloggamerpg.blogspot.com.br/2010/10/final-fantasy-6-hardcore.html

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Anime / Mangá da semana!


Bem vindos meus amigos novamente à mais um Anime / Mangá da Semana! Essa semana vou falar de um dos melhores animes/ mangás já feitos, tanto que a animação foi feitas duas vezes para ser fiel ao mangá. Quem conhece com certeza já sabe que estou falando da Troca Equivalente de 



Full Metal Alchemist: Brotherhood é um anime produzido em 2009 pela Bones, adaptado do mangá Full Metal Alchemist escrito por Hiroshi Õnigi. Essa foi a segunda adaptação do mangá, sendo a primeira, Fullmetal Alchemist, que não agradou aos fãs da série pelas adaptações feitas, mas não deixando de ser um excelente anime também.

sábado, 26 de maio de 2012

Anime / Mangá da Semana


Bem vindos amigos a mais um Anime / Mangá da semana! Como ontem foi o Dia da Toalha, em homenagem a isso o escolhido da semana será o anime de um personagem bastante Nerd. Então sem mais delongas lhes apresento O Mundo que Apenas Deus Conhece (sinceramente a tradução é péssima).

Kami Nomi zo Shiru Sekai (The World God Only Knows) é um manga escrito e ilustrado por Tamki Wakaki. Publicado pela Shonen Magazine desde abril de 2008, atualmente consta com um total de 16 volumes, e continua sendo publicado. Uma série em anime foi criada e em 2010, atualmente aguardando a confirmação de uma 3ª temporada. Cada temporada (2010/2011) consta com um total de 12 episódios + 1 OVA.



The World God Only Knows conta a história de Keima Katsuragi, um estudante acima da média de uma escola ginasial japonesa. Apesar disso, Keima não tem interesse em nada no mundo real, se dedicando inteiramente a uma vida focada em jogos de vídeo games. 


Conhecido como “Deus dos jogos”, Keima sempre está jogando simuladores de encontros, até que recebe um e-mail para participar de um jogo de conquista. Curioso, Keima aceita e imediatamente aparece Elie, uma demônia com a missão de recuperar as almas fugitivas do inferno, e Keima agora vai ter que trabalhar com ela para não morrer.

As almas fugitivas ficam escondidas no coração das pessoas, então a missão de Keima é fazer garotas se apaixonarem por ele e expulsar as almas. Piegas? Claro, mas extremamente divertido, levando em consideração a fama de Keima, seu desapego pelas pessoas, todas as meninas odiarem ele e considerar cada uma delas como protagonista de jogos de simulação. Além disso a ajuda de Elie é dispensável, pois ela mais atrapalha do que ajuda.


Keima usa seus conhecimentos de jogos para tentar conquistar todas as garotas e sempre que consegue salvar uma alma, Elie faz todas esquecerem os acontecimentos entre elas e Keima. Claro que ele não importa com isso. Na verdade ele fica incomodado por não poder jogar seus games enquanto isso. O lema de Keima é “100 hora de jogo por dia!”

Ele não é cachorro por que quer moça!
É um dos animes mais divertidos que assisti nos últimos tempos, com muitas cenas engraçadas, desenhos muito bem feitos. Recomendo bastante, é bem rápido de assistir, além de ter ótimas músicas. Fora que um gamer vai rir muito de ver o o PFP de Keima.


Bom amigos, uma boa semana e até o próximo Anime / Mangá da semana! Espero que tenham gostado!
Acabou Elie, mas precisava ficar TÃO feliz?

sábado, 19 de maio de 2012

Anime / Mangá da Semana


Bem vindos a mais um Anime / Mangá da semana! Essa semana uma série ainda sendo produzida, que considero uma das melhores da atualidade. Mesmo com muita gente dizendo que é uma cópia de One Piece (o autor é fã do Oda, ora bolas). Escolhi essa principalmente por acabar de ter lido o último capítulo e sério... não estou aguentando esperar o próximo! Então com vocês...

Bem, mas então do que se trata essa serie? Ela fala de um mundo onde magos, dragões, e outros bichos estranhos existem normalmente. Nesse mundo os magos trabalham por missões, usando seus poderes e recebem por esses trabalhos dependendo da dificuldade em realizar cada missão, os magos na maioria dos casos se afiliam a uma guilda que os dirige e ajuda, alem de fiscalizar seu serviço, essas guidas tem um conselho magico que as monitora.

Você pode baixar a serie no site da project deles FairyProject:

Historia:
“O Reino de Fiore. Um país neutro de 17 milhões de habitantes. Esse é o mundo da magia. A magia é usada todo dia, é uma parte importante da vida das pessoas. E há aqueles que usam magia como seu trabalho. As pessoas os chamam de Magos. Esses Magos pertencem a várias guildas e fazem trabalho por comissão. Existe uma quantidade enorme de guildas no país. E, em uma certa cidade, há uma certa guilda. Uma guilda onde várias lendas nasceram… Ou melhor, onde várias lendas vão nascer. E seu nome é… Fairy Tail!”

É assim que se inicia a série Fairy Tail. Nela acompanhamos as aventuras da guilda Fairy Tail, mais precisamente do grupo de Lucy, uma maga novata na guilda que enfrenta diversos desafios. A série foi criada por Hiro Mashima, mesmo autor de Rave Master. A publicação do mangá teve início em 2006 e o anime começou a ser exibido em 2009. 

Desde o início Hiro Mashima prende nossa atenção com personagens carismáticos e misteriosos, além de um grande senso de humor. Há também uma grande quantidade de sex appeal.

A série é dividida em vários arcos, cada um com trama e vilão(ões) diferentes. As tramas variam entre batalha contra outras guildas, traição e até viagem a outro mundo. Mas, apesar de tudo isso, ainda há uma trama principal, ou melhor, várias tramas principais que dizem respeito ao herói, Natsu e ao mestre da guilda Fairy Tail, Makarov.

A cada episódio/capítulo a história fica mais interessante e prende mais a atenção do espectador/leitor, com boas doses de ação, comédia e até um pouco de romance. Com uma história bem trabalhada, empolgante e divertida, Fairy Tail vem conquistando mais fãs a cada dia e chegando cada vez mais perto das grandes series, como One Piece, Bleach e Naruto. FairyProject

No começo somos apresentado a Lucy, uma maga estrelar que deseja entrar para uma das guildas mais famosas do reino: Fairy Tail, onde existem vários magos famosos, dentre eles a Titania, Erza/Elza, O demônio, Mirajane e Salamander, Natsu, existem outros na guilda também, mas esses são os mais notórios no momento, pois são os que em sequência, causa destruição (Erza), aparece em revistas (Mira) e causa destruição (Natsu), apos uns desentendimentos burros, a Lucy descobre que o idiota que ela ajudou, e depois a salvou,e destruiu o porto ao mesmo tempo ¬¬ é o Salamander, ele a leva ate a Guilda e a apresenta aos mestre que a aceita na guilda na mesma hora, sem testes ou provas ¬¬, afinal depois que você entra na guilda você descobre que na verdade, só tem loucos, loucos varridos, loucos de pedra, e loucos bêbados, ou seja, ninguém em sã conciencia iria se voluntariar pra a guilda que mais causa destruição ao reino? O conselho magico nem sabe mais o que fazer com eles, pois nem o mestre consegue fazer eles darem menos gastos com concertos!o.o

Como aqui só irei dar uma previa sobre a serie, não irei me aprofundar mais ainda, posteriormente sairá resenhas da sagas com todos os detalhes que o autor desta conseguir fazer!o.o
Mas a historia gira em torno de Natsu, um mago de fogo, que é filho adotivo de um dragão chamado Igneel, este desapareceu um dia sem dar noticias, e o Natsu persegue qualquer pista que achar sobre dragões com esperança de achar este novamente, ele tem um gato azul que nasceu de um ovo, e tem magia de asas, chamado Happy que é o seu parceiro. A Lucy que entrou para a guilda, é uma maga estrelar, ou seja, ela invoca seres "estrelares" que variam desde animais, ate pessoas, só que todos são de outra dimensão, tem seu passado triste também, a Erza que também é chamada de Elza por alguns fãs, depende da tradução, é uma maga classe S, que usa a magia de "Equipar" onde ela é especializada em armaduras, ela tem mais de 100 armaduras que ela troca a vontade, dentre elas temos de enfermeira, coelhinha, gradiadora, samurai, e varias outras!O.o temos também o Gray, mago do gelo, e claro que como gelo e fogo, Natsu e Gray se odeiam a 1º vista e brigam sempre que sobra um tempo e a Erza não veja...afinal, apesar de ela ser super violenta, ela odeia brigas dentro da guilda ¬¬, a Mirajane é a assistente do mestre da guilda, e ela posa para revista de magos, ela usa magia de copiar, e Soul possession que ate hoje ainda tenho medo dela nessa forma!o.o O mestre da guilda é o Makarov, um anão, que usa magias diversas, mas usa mais frequente a de aumento do corpo ou partes do corpo.
Sempre tirando a roupa!^_^
Atualmente a serie possui 7º temporadas de anime em andamento, com 122 episódios, e o mangá já chegou ao capitulo 274, passando dos 30 volumes encadernados, e por sinal a serie já existe em publicação no Brasil, e está nas bancas, no volume 16. Também tem 03 OVAs e um capitulo especial com a serie Rave Master, outra serie do autor, a FT continua arrecadando fãs por onde passa, pois é impossível você começar e não querer terminar a serie, com muita comedia, lutas impressionantes e bem feitas, fanservice a vontade, tanto para o publico feminino como masculino, afinal as meninas são peitudas, toda hora as roupas caem, rasgam ou são trocadas, e graças a Deus temos o Gray que tem sua mania de tirar roupa, pena que no anime eles censuraram e deixam ele de bermuda ¬¬, no mangá é cueca ou nada hohoho. 

As sagas que já saíram, deixa eu dar uma previa das 10 sagas ate o momento, sendo elas:
Erza Titania

Fairy tail (Episodio 01-04):
Onde a Lucy conhece o Natsu, um pouco sobre seu passado e nos apresenta os membros da guilda como: Loke, Elfman, Cana, Macao e Mirajane.

Einsenwald (Episodio 05-09)
Finalmente somos apresentados a Erza, uma maga classe S que bota medo em todos da guilda só de ouvir que ela está chegando. Alem de endireitar todos os baderneiros só de olhar para eles, afinal todos eles já apanharam feio dela antes kkkk. Ela chega e trás uma noticia de problema com um demônio e uma guilda das trevas. Como o mestre havia saído ela recruta os magos que acha conveniente a ela, e escolhe Natsu, Gray, com isso a Lucy e o Happy vão juntos porque são da equipe do Natsu e a Mira empurra a Lucy também. Com isso forma se a equipe mais poderosa da guilda e também a mais destruidora. A batalha é contra a o mago Shinigami Erigor, um mago do vento. Temos batalhas muito boas nessa saga.

Ilha Galuna (Episodio 10-20):
Natsu desafia a Erza para uma luta e perde denovo como perdeu nos últimos 7 anos, mas dessa vez o conselho mágico que pausa a luta, afinal eles causaram grande destruição novamente por onde passaram e ainda conseguiram destruir a sede dos 10 magos mais fortes, onde o Makarov estava em reunião com os outros 9 magos. Nessa saga temos a apresentação de magos classe S, como Laxus e Mystogan, sendo o Laxus o neto do mestre Makarov e o Mystogan o mago que quase ninguém viu o rosto, ou sabe sobre ele. Com a aparição deles somos ensinados sobre as diferenças das missões dos rank dos magos. Natsu vai e pega uma missão classe S e foge para ir realiza la, junto com Lucy e Happy,claro que sem autorização do mestre. Acabam mandando o Gray atrás deles e traze los de volta, mas ele acaba sendo convencido a ajudar eles. Oo No fim acaba que a Erza também vai e acaba ajudando. Nessa missão eles tinham de destruir a lua, mas acabam tendo de lutar contra magos que queriam recussiscitar um demônio Deliora. Nisso vemos como foi o passado do Gray, e temos mais lutas massas.
Para os garotos babarem ¬¬

Phantom Lord (Episodio 21-32):
Como eles conseguem voltar a guilda após a Ilha Galuna, eles encontram a guilda destruída por uma guilda rival e depois são castigados pelo mestre ¬¬, logo em seguida 3 membros da guilda são atacados e feridos, com isso a FT em peso vai a sede da guilda rival declarar guerra. A guilda rival era a Phanton Lord, liderada por um dos 10 mais fortes magos, rival do Makarov, no meio da luta o Makarov é seriamente atingindo pelas costas e eles voltam a guilda em retirada, nisso a Lucy foi seqüestrada e o Natsu a ajuda na fuga. Logo após começa a luta das duas guildas novamente, sendo que a Lucy é seqüestrada novamente. Nesse arco mostra o passado da Lucy e do Elfman, e temos um novo Dragon Slayer: Gajeel, mago de ferro, alem da hilária Juvia.



Etherion ou Torre do Paraíso (Episodio 33-41):
Nesse arco teremos o passado da Erza, e o meu lindo Jellal, alem de falarem um pouco do maior mago negro que existiu o Zeref. Também descobrimos sobre o segredo do Loke, que também é bem lindo ^_^. Começa com o Loki dando aos 5 destruidores-em-massa, umas férias num cassino, nesse cassino a Erza e Happy são seqüestrados e Natsu, Lucy, Gray, Juvia vão atrás deles para o resgate. Eles chegam a Torre do paraíso e temos mais lutas legais, dando destaque a luta da Erza e a luta do Natsu x Jellal, e temos a explicação de um dos gêmeos do Jellal. Uma das lutas mais destruidoras que vi ate agora, e no fim teve a destruição da ilha inteira O.o.

Laxus (Episodio 42-51):
Esse arco conta sobre o neto do Makarov, o Laxus, onde ele seqüestra as mulheres da guilda e coloca todos os homens uns contra os outros num duelo para saber quem é o mais forte, depois as meninas entra na luta também, ele conta com a ajuda de Freed, Evergreen e Bixlow, eles querem reconstruir a guilda com os magos mais fortes e os fracos seriam eliminados. Temos varias lutas massa nessa saga e cenas emocionantes. E revela o outro trigêmio do Jellal.



Oracion Seis (Episodio 52-68):
Saga que entra mais um Dragon Slayer na historia a Wendy com sua gata Charle por quem o Happy se apaixona na hora. Nessa saga 3 guildas se aliam para derrotar uma guilda das trevas, sendo que as 3 guildas mandariam vários membros, sendo as guildas Fairy Tail, Blue Pegasus, Lamia Scale e Cait Shelter x a Oracion Seis. Temos Jellal novamente e outras lutas fenomenais. Muitas revelações são feitas, e mais mistérios apresentados nessa saga.

Dragonóide (Episodio 53-75): saga filler

Edolas (Episodio 76-95):

Um dos arcos que mais ri, temos uma copia de todos os membro da guilda, nessa saga o 5 fantástico destruidor, mais a Wendy e Gajell vão parar em um mundo alternativo dimensional, onde tem outras versões suas, com personalidades diferentes. Nesse arco explica sobre o passado do Mystogan, e de onde vem os gatos Charle e Happy. Como também temos a apresentação do mago mais poderoso da guilda Gildarts. Temos varias lutas massas, e vemos como os dragon slayer podem ser poderosos O.o temos também o Lili, mais um gato hilário para a historia. E o mistério de Lisana é revelado também.

Ilha Tenro (Episodio 96-122):
A guilda FT irá realizar um torneio para escolha de mais um mago classe S, o mestre escolhe os melhores candidatos da guilda que são: Natsu, Gray, Juvia, Levy, Cana, Elfman, Fried, e Mest. Eles podem escolher um parceiro para ajudar eles na competição. Como eles são super destruidores o mestre leva eles para uma ilha especial da FT onde eles poderiam lutar tranqüilos, claro que o mestre não deu esse motivo né?¬¬
No meio do torneio a guilda Grimoire Heart chega na ilha e ataca a FT, eles estavam atrás do mago Zeref para destruir o mundo, todo vilão quer destruir o mundo?! No meio da luta, vários são feridos e o Zeref também aparece, a batalha termina e logo em seguida um dragão Acnologia aparece e destrói a ilha com todos os presentes na ilha, sendo eles: Natsu, Happy, Lucy, Erza, Gray, Juvia, Gajeel, Phanterlily, Wendy, Charle, Mirajane, Elfman, Lisanna, Laxus, Fried, Evergreen, Bixlow, Levy, Cana, Gildarts e Makarov.

Novo começo x791, ou 7 Anos depois (Episodio 123-???):
Depois que a ilha sumiu do mapa, passou se 7 anos e os desaparecidos aparecem do nada junto da ilha. A FT festeja o retorno dos seus membros mais poderosos, mas a guilda está um bagaço e precária. Sendo considerada a guilda mais fraca do reino, após eles voltarem e causarem algumas confusões eles descobrem que as guilda competem todo ano em um torneio de magia e a guilda vencedora ganha um premio altíssimo que o mestre quer ¬¬ e ainda leva o título de mais forte do reino, que o resto da guilda quer ¬¬, então eles partem para treinamentos e começam a competição 3 meses depois,atualmente estão no 2° dia do campeonato.
Quem é quem entre esses?
Eu em particular fico vendo a serie tentando descobrir de onde veio essa referencia, essa frase, o gesto, os símbolos e outras coisas na serie, pois como dizem por ae, FT é feito para otakus, ou seja, é baseado em varias series, como um otaku este deve conseguir ver as semelhanças e ficar brincando que "ache os 7 erros", só que aqui tem muitas semelhanças. Creio que o autor se diverte muito com a serie, mas mesmo essa serie, tem umas partes serias, onde te deixa curioso sobre as informações, como por exemplo, ate hoje o maldito infame do autor não disse qual a idade do Natsu!!!!!!Entre outras coisas...e eu jurava que o Jellal era trigêmio!o.o bem fica ae uma recomendação de uma ótima serie, ainda no inicio que dá para acompanhar semanalmente!



Então amigos, até o próximo Anime / Mangá da semana!
Via Bakaneko

sábado, 12 de maio de 2012

Anime / Mangá da Semana


Bem vindos novamente fellows! E mais um Anime / Mangá da semana para vocês terem algo para assistir no fim de semana! Terão 60.000.000.000 de motivos para assistir a esse.
Claro que quem já assistiu sabe só por esse número que estou falando do maior atirador de todos os tempos, o “Furacão Humano” e não “Estouro da Boiada” (nada contra a dublagem, mas esse nome ficou péssimo). Então sem mais delongas, hora de dedicar algumas linhas a um de meus animes favoritos...



Trigun (トライガン Toraigan?) é uma série de mangá de Yasuhiro Nightow, lançada em 1995 e adaptada numa série de anime em 1998. Conta a história do tufão humanóide Vash the Stamped (バッシュ スタンピード bashu za sutanpido), ou Estouro da Boiada na versão brasileira. Vash é o pistoleiro mais temido de uma terra desértica, com uma recompensa de 60 bilhões duplos por sua cabeça, e tido como responsável pela destruição completa da Cidade de Julho. Entretanto Vash é um pacifista ferrenho que evita agressão ao máximo e não admite matar em hipótese alguma. http://pt.wikipedia.org/wiki/Trigun


Claro que as explicações da wikipedia não vão despertar interesse sobre um anime tão fantástico quanto Trigun. A história pode ser dividida em dois arcos. A primeira metade do anime é pura comédia, enquanto se apresentam os personagens. Isso pode desanimar quem assiste o anime pela primeira vez, mas se conseguir acompanhar, a segunda metade do anime passa para uma trama psicológica, combates MUITO fodas,  cenas tristes PRA CARALHO e um final fantástico.



A história se passa num mundo apocalíptico no estilo Mad Max. Um grande deserto entre as cidades. Essas são muito pobres e devastadas, precisando de dinheiro desesperadamente. Energia e água são caras, isso quando existem. No meio do caos existem pistoleiros, bandidos, caçadores de recompensa e uns poucos defensores da Lei. Mas invariavelmente todos eles estão atrás do grande prêmio. Um homem que dizem ter destruído todas as cidades por que passou, sem piedade ou compaixão. Talvez isso seja verdade, porque existe uma recompensa de 60 bilhões de double dollars por sua cabeça, vivo ou morto. Quase ninguém sabe qual sua real aparência. Ele é O Furacão Humano, conhecido como...

Vash, The Stampede: Um homem alto, loiro, de roupa vermelha e uma arma enorme. Essa é a descrição que todos os caçadores de recompensa procuram. Vash é o protagonista da história, um dos melhores atiradores do mundo, capaz de desviar de balas ou de qualquer coisa que joguem sobre ele. Seu passado é obscuro, apenas o que se sabe é que ele é ressentido com algo muito importante. Cada cidade que passa é destruída, mas normalmente isso acontece por TODA a cidade começar a ataca-lo e destruir a cidade no processo. Vash é um homem que odeia violência e NUNCA mata seus inimigos, o que lhe conferiu um corpo marcado por dezenas de cicatrizes. É viciado em donnuts. Para evitar maiores danos, a Seguradora Bernadelli envia duas agentes para manter Vash calmo (como se fosse necessário). Elas são...


Meril Strife e Milly Tompson. Estão a procura de Vash e acabam cruzando com ele durante muito tempo sem acreditar que realmente é ele (pelo menos a Meril). Estão armadas para evitar maiores problemas. Meril carrega várias pequenas pistolas de um tiro só chamada Derringer, ocultas em suas roupas. É apaixonada por Vash, mesmo que não admita isso. Milly é muito alta, viciada em pudim e carrega uma arma muito pesada que dispara projéteis imensos, que meramente atordoam os adversários. Diferente de Meril, Milly abertamente namora com Wolfwood.



Nicholas D. Wolfwood: Um padre que encontra Vash, Milly e Meril no ônibus que cruzava um deserto. Fumante inveterado, sacana por natureza Wolfwood é um grande rival de Vash como pistoleiro. Carrega uma cruz gigante onde várias armas estão embutidas, além da própria ser uma metralhadora .50 e lança foguetes. Só costuma ficar desconcertado com as investidas de Milly.

Vários personagens são mostrados ao longo da série, a maior parte deles caçando Vash pela recompensa, mas dois merecem destaque importante:



Gung-Ho Guns – um grupo de assassinos que tenta matar Vash, liderados por Legato Bluesummers. Cada integrante tem uma habilidade específica, desde hipnose até um samurai. Alguns personagens aparecem apenas no mangá.

Million Knives – irmão gêmeo de Vash, que tenta faze-lo se unir a ele. Knives é homicida e megalomaníaco.




Trigun possui também uma personagem muito peculiar, a Kuroneko-yamato. É um gato preto que aparece em todos os episódios, sem nenhum motivo para isso. Sua única participação direta foi quando Wolfwood tentou trapacear no xadrez no episódio 11 e Kuroneko-sama lhe denuncia.



Trigun segue uma diferença em relação a outros animes adaptados de mangás. Apesar de não aparecerem alguns Gung-Ho Guns, foram adicionados elementos que explicam melhor algumas partes da história, como a infância de Vash e Knives e o romance de Milly e Wolfwood.


Então amigos, fico por aqui e espero que tenham gostado de mais um Anime / Mangá da semana. Recomendo muito Trigun, é um dos meus animes favoritos. Então até a próxima!

Semana que vem tem mais Vash. Calma.

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