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segunda-feira, 4 de junho de 2012

#RIPtrololo Morre aos 77 anos na Rússia Eduard Khil, o cantor do 'Trololó'


Ele virou sensação na internet em 2010, após vídeo de 1976 virar viral.
Morte ocorreu em hospital em que ele estava em São Petersburgo.

Eduard Khil no vídeo do 'Trololó' (Foto: Reprodução)Eduard Khil no vídeo do 'Trololó' (Foto: Reprodução)
O cantor russo Eduard Khil, que virou sensação na internet ao aparecer no vídeo conhecido como ‘Trololó’, morreu nesta segunda-feira (4) em um hospital de São Petersburgo, naRússia
Ele estava em estado crítico de saúde, após ter sofrido um derrame e entrado em coma.
Segundo a imprensa russa, ele havia sofrido danos cerebrais irreversíveis.
A família de Khil chegou a procurar fundos para ajudar no tratamento do cantor.
O cantor teve muito sucesso nas décadas de 1960 e 70, no período soviético, mas caiu no ostracismo após o fim da URSS.
Ele virou sensação na internet em 2010, quando um vídeo com o cantor interpretando 'Eu estou feliz porque estou voltando para casa' se tornou viral ao ser publicado no YouTube –foram mais de 2 milhões de visualizações em poucos dias (veja uma das versões do vídeo).
A música foi escrita pelo soviético Arkady Ostrovsky, e a letra original falava de um caubói que passeava pelas pradarias enquando sua amada costurava meias para ele.
Mas o tema, muito relacionado aos Estados Unidos, não agradou aos censores.
Então, para satisfazer à censura, Khil decidiu gravar uma versão vocalizada, que soava como "trololó".
Na época, isso não chamou muito a atenção nem foi imitado -até o vídeo cair na Internet.
Após o sucesso na web, os fãs do cantor pediram que ele fizesse uma turnê mundial.
O barítono agradeceu, mas recusou o convite, brincando com o fato de a canção ter feito sucesso só mais de três décadas depois da gravação.
O presidente russo, Vladimir Putin, deu condolências à viúva e ao filho de Khil.
Ele deve ser enterrado na própria cidade, no cemitério de Smolenkskoye.
Via G1


terça-feira, 1 de maio de 2012

É com muito pesar que damos essa nota de falecimento...


quarta-feira, 28 de março de 2012

Millôr Fernandes morre aos 87 anos no Rio de Janeiro


Com saúde frágil, escritor havia passado mais de quatro meses internado no ano passado

O desenhista, dramaturgo e humorista Millôr Fernandes morreu na noite de terça-feira (27), no Rio de Janeiro, aos 87 anos. Ele estava em casa e foi vítima de falência de órgãos múltiplos. 

O corpo será velado a partir das 10h de quinta-feira (29) no cemitério Memorial do Carmo, no bairro do Caju, no Rio. Segundo a assessoria do cemitério, o corpo será cremado no Crematório da Santa Casa.

Millôr havia passado mais de quatro meses internado no ano passado na Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro. À época, a família não autorizou a divulgação de boletins médicos.
Um patrono dos cartunistas brasieiros, há polêmica sobre a data de nascimento de Millôr. A família não sabe ao certo se foi em 16 de agosto de 1923 ou em 27 de maio, mas a carteira de identidade do desenhista aponta como certo o dia 27 de maio de 1924. Nascido no Meier, bairro do Rio de Janeiro, Millôr deveria ter se chamado Milton Viola Fernandes. Porém, por causa de uma caligrafia duvidosa, foi registrado como Millôr – fato só descoberto por ele aos 17 anos.
Em 15 de março de 1938, deu o primeiro passo na carreira de jornalista, assumindo o ofício de repaginador, factótum e contínuo no semanário “O Cruzeiro”. No mesmo período, Millôr ganhou um concurso de contos na revista “A Cigarra” utilizando o pseudônimo Notlim. Posteriormente, ao assumir a direção da publicação, passou a assinar seus artigos, publicados na seção "Poste Escrito", como Vão Gogo.

Foto: Reprodução
Página da coluna "O Pif-Paf" na revista "O Cruzeiro" (1959)
Três anos mais tarde, em 1941, o jornalista voltava a colaborar com “O Cruzeiro”, dando início aos 18 anos da coluna "O Pif-Paf" e ao momento áureo da revista, que passou dos 11 mil exemplares tradicionais a 750 mil.
Sucesso no país, Millôr dividiu o primeiro lugar na Exposição Internacional do Museu da Caricatura de Buenos Aires com o desenhista norte-americano Saul Steinberg, em 1955.
Dois anos mais tarde, suas obras ganhavam uma exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1962 abandonou o pseudônimo Vão Gogo e assumiu o nome Millôr em seus trabalhos. Ele deixou “O Cruzeiro” no ano seguinte, após uma polêmica causada pela publicação do texto "A Verdadeira História do Paraíso", criticada pela Igreja Católica.
Em protesto à sua demissão, Millôr lança em maio de 1964 a publicação quinzenal “O Pif-Paf”, utilizando como jargão editorial "não temos prós nem contras, nem sagrados nem profanos". (Quinze anos mais tarde, ainda com o país sob a ditadura militar, a revista seria apontada como o ponto inicial da imprensa alternativa no Brasil pelo serviço de informações do Exército.)
O Pasquim
Após passagens pelo jornal português “Diário Popular” e pela revista “Veja”, Millôr participou em 1969 da fundação do jornal “O Pasquim”. Ao seu lado, estavam os cartunistas Jaguar e Ziraldo e os jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral.
Tendo o humor como foco,, o semanáro adotou tom politizado e criticava a repressão da ditadura. Nesse período, a publicação tornou-se um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro, ultrapassando a marca de 200 mil exemplares.

Foto: Divulgação
Charge de Millôr Fernandes
Millôr assumiu a editoria do “Pasquim” a partir de novembro de 1970, mês em que a redação inteira do jornal foi presa após publicar uma sátira do quadro "Independência ou Morte", do pintor Pedro Américo. Graças a Millôr, o jornal manteve sua circulação, o que frustrou o objetivo dos militares – os jornalistas presos foram liberados em fevereiro do ano seguinte.
Em 1975, Millôr deixou "O Pasquim" após escrever o editorial de seu número 300, intitulado "Sem censura". Nele, o cartunista informava ao leitor que desde 24 de março daquele ano o jornal se encontrava livre da censura prévia. Porém, encerrava seu expediente afirmando que "sem censura não quer dizer com liberdade".
A última edição da primeira fase do "Pasquim" foi publicada em 11 de novembro de 1991, tendo como único integrante da equipe original o cartunista Jaguar.
Colaborador da revista "Veja" de 1968 a 1982 e de setembro de 2004 a setembro de 2009, Millôr processou o veículo da Editora Abril quando seu conteúdo foi colocado na internet - fato não previsto no contrato de seu primeiro período como colunista. O autor pedia uma indenização de R$ 500 mil.
Além das publicação na mídia diária, Millôr se notabilizou como autor de peças teatrais, como "Liberdade, Liberdade", "É..." e "Bons Tempos, Hein?!". Nas letras, publicou dezenas de prosas, como "Trinta Anos de Mim Mesmo", "Novas Fábulas Fabulosas" e "Millôr Definitivo - A Bíblia do Caos".
Em 2000, lançou o site "Millôr Online", espaço utilizado para pesquisa de textos antigos e publicação de novos materiais. A última atualização ocorreu em junho de 2011.
* com Agência Estado

Via IG

sexta-feira, 23 de março de 2012

Falece Chico Anysio


Brasil perde um de seus maiores ídolos
Chico Anysio morre aos 80 anos / Onofre Veras/AgNewsChico Anysio morre aos 80 anosOnofre Veras/AgNews

O ator foi internado no dia 6 de novembro com fortes dores na coluna, chegou a receber alta no dia 11, mas voltou ao Hospital Samaritano, em Botafogo (RJ), no dia 6 de dezembro devido a uma febre alta. No dia 21 de dezembro, Chico foi para casa, porém um sangramento no aparelho digestivo o obrigou a voltar para a UTI.

Após apresentar uma piora nas funções respiratórias e renal na última quarta-feira, Chico voltou a respirar com ajuda de aparelhos e, segundo boletins, recebia altas doses de medicação para controlar a pressão arterial, além de ter sido submetido uma punção torácica esquerda com drenagem de grande quantidade de sangue.

Problemas de saúde


A luta de Chico pela vida vem de longa data. Em dezembro de 2010, o artista deu entrada no mesmo hospital com quadro de falta de ar. Após a realização de exames foi diagnosticado um tamponamento cardíaco, que acontece quando o sangue se acumula entre as membranas que envolvem o coração (pericárdio).

"Sobrevivi a isso tudo porque sou forte, sou nordestino. Não tenho medo de morrer. Só acho uma pena, quando ainda tenho tanta coisa a fazer, para ver, tanto filho para ajudar, tanto neto... Mas, um dia, vou morrer. Não posso lutar contra o inevitável”, declarou ele ao jornal "O Globo" depois de passar 110 dias internado.

Entre idas e vindas ao hospital, Malga di Paula, mulher do astro, nunca perdeu as esperanças e costumava relatar em redes sociais seus dias e noites ao lado do humorista.

O ator, humorista, compositor, escritor, pintor, radialista, comentarista e diretor construiu cerca de 210 personagens ao longo da carreira e fez mais de 10 mil shows pelo país e fora dele.

"Tiro os personagens da vida, do que meus olhos veem nas calçadas, nos campos de futebol, nos estúdios, nas casas que frequento, nos restaurantes. O mundo é minha inspiração", dizia
ele.

E é este mesmo mundo que lamenta a perda de um dos mais completos artistas que o Brasil já conheceu: Francisco Anysio Paula Filho.

Via Band

Infelizmente o Brasil perde um dos maiores nomes do humor da história. Lembro que um dos melhores programas que assisti a algum tempo foi um Chicho Show que foi feito em dezembro de 2010. Talvez o maior humorista que esse país já tenha visto, descanse em paz grande mestre. 


"E o salário ó..."

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