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sábado, 8 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
sábado, 13 de abril de 2013
Conheça os segredos por trás de 11 games clássicos
Você sabe de onde veio o nome Final Fantasy? Ou quem deu nome ao Mario? E como nasceu a ideia de Metroid? Zelda? Então confira!
Por Matheus Gonçalves
Os videogames são parte integrante do dia a dia de muitos de nós, e isso vem acontecendo desde nossa infância. Somos uma geração bem diferente da de nossos avós. Mas, você conhece as origens dos seus jogos favoritos? Quase que como super-heróis, muitos personagens dos games possuem uma identidade secreta, ou algo que nem todo mundo sabe ainda.
Então aqui vão informações sobre as origens de 11 títulos clássicos, que já devem ter garantido horas e mais horas de diversão para vocês.
1. Super Mario Bros.
Esse não chega a ser um segredo, muitas pessoas já sabem, mas ainda vale a citação: Mesmo após o sucesso de Donkey Kong, no qual Mario fez sua primeira aparição, nosso herói continuava se chamando “Jumpman” no Japão.
Bom, Donkey Kong desembarcou nos EUA e a empresa local se preparava para o lançamento nacional do game.
Foi quando, como obra do acaso, o proprietário do prédio alugado pela Nintendo surgiu para cobrar o aluguel.
Seu nome não era Sr. Barriga. Ele era um descendente de italianos, bigodudo, muito parecido com o personagem do jogo.
Seu nome? Mario Segale. Imagino que os ilustradores e designers da Nintendo tenham se entreolhado e dito em uníssono: “MARIO!!”, e o rapaz tenha respondido: “IT’S A ME!!” (Mas isso é só uma suposição, claro).
E foi assim que Jumpman passou a ser chamado de Mario, e o seu rosto ficou conhecido mundialmente.
2. Sonic the Hedgehog
Diante do domínio de mercado da Nintendo e seu encanador bigodudo, a Sega tinha que criar seu próprio mascote, que teria que ser capaz de encabeçar toda uma franquia de jogos e levar o sucesso da empresa nas costas.
E foi o que aconteceu! Com o nascimento do ouriço Sonic (não, não é um porco espinho), a Sega acumulou resultados impressionantes de vendas.
O que pouca gente sabe é que seu nome original seria “Mr. Needlemouse” (codinome que foi escolhido também para o projeto de Sonic 4), algo como “Sr. Rato Agulha”…
As cores de Sonic foram escolhidas para se assemelhar ao logotipo da Sega, com um azul bem característico, mas a parte mais interessante é que o personagem tem muito a agradecer ao Michael Jackson: As luvas, o formato e as cores de seus sapatos foram inspirados no cantor Pop.
Segundo o designer do personagem, Naoto Ohshima, o contraste entre o vermelho e o branco na capa do disco “Bad”, de 1987, foram decisivos para definir estes detalhes do desenho.
3. Street Fighter II
Street Fighter II foi lançado em 1991, quatro anos depois de seu irmão mais velho e determinou as principais características de toda uma geração de jogos de luta.
Uma grande novidade chegou neste game, que era a possibilidade de execução de ataques com combos. E isso foi um fator importantíssimo na popularização da franquia.
Acontece que o que era considerado uma feature, era na verdade um bug.
Essa possibilidade de apertar determinados botões, no momento certo, e impedir uma defesa por parte do adversário, já tinha sido observado pelos programadores em seus testes, mas não havia tempo para corrigir isso.
Até então, isso era considerado injusto e errado, mas com o prazo apertado para a entrega, isso foi deixado como uma espécie de easter egg.
O que começou como um acidente, se tornou uma das principais marcas de Street Fighter e de jogos deste tipo, incentivando assim que os novos jogos fossem programados de forma a permitir ainda mais combos e movimentos especiais, intencionalmente.
4. Final Fantasy
Essa é surpreendente: Um dos mais famosos jogos de RPG do mundo dos games, Final Fantasy recebeu seu nome por quase se tornar o último projeto de seu criador.
De acordo com Hironobu Sakaguchi, ele deu esse título ao jogo, pois depois deste projeto ele planejava se retirar da indústria de videogames, caso não desse certo. O título seria, então, sua última fantasia.
Acontece que, mesmo feito por uma pequena equipe e com baixo orçamento, Final Fantasy vendeu 400 mil cópias.
E novos jogos da franquia passaram a ser feitos, de forma que Sakaguchi continuou sendo o presidente da Square USA por muito tempo ainda.
5. Metroid
Metroid foi um jogo fantástico, lançado em 1986, e que logo se tornou uma lenda por causa da surpresa que existe na fase final. Não preciso colocar um SPOILER ALERT aqui, certo? O jogo é de 86!
Bom, depois que o player terminava o jogo, iniciava-se uma animação, como de costume em jogos assim.
Estas cenas finais mostravam que quem estava dentro do traje espacial de guerra era na verdade uma MULHER! (Chupa sociedade!). Essa revelação foi chocante na época! Isso não tinha sido planejado desde o começo do projeto.
No meio do desenvolvimento, um programador perguntou pra equipe: “Aí, não seria legal se o herói dentro dessa roupa na verdade fosse uma mulher?”.
A essa altura, o filme Alien (1979), de Ridley Scott, já fazia bastante sucesso, protagonizado pela heroína Ellen Ripley (Sigourney Weaver), o que incentivou ainda mais a aceitação da ideia.
6. Mike Tyson’s Punch-Out
Não sei vocês, mas eu já me diverti demais com este jogo de boxe. Os dois principais personagens são Little Mac e “Iron” Mike Tyson.
E ambos tem histórias interessantes: O pequeno boxeador Mac, controlado pelos jogadores, foi nomeado depois que uma modesta rede de fast food nomeou seu principal hambúrguer de BIG MAC.
Little Mac era baixinho mesmo, para possibilitar ver o adversário à sua frente, dada a perspectiva do jogo. Qualquer adversário era gigante perto dele.
Já o outro personagem foi conseguido graças a muito empenho do presidente da Nintendo of America, Minoru Arakawa, que adquiriu os direitos de imagem de Mike Tyson antes mesmo do lutador ter sido campeão, por uma quantia de US$ 50.000.
7. Mortal Kombat
Um dos mais populares e controversos jogos de todos os tempos, Mortal Kombat teve sua origem em uma tentativa de fazer um game para Jean-Claude Van Damme. O plano original era combinar elementos de luta existentes nos filmes Soldado Universal e O Grande Dragão Branco em um jogo no qual o ator iria combater vários inimigos diferentes. Acontece que a parceria com Van Damme não deu certo.
Ainda assim, a equipe resolveu dar sequência no projeto. E concluíram com maestria.
Mortal Kombat se tornou um sucesso absoluto, uma referência para todos os jogos de luta, quebrando praticamente todos os recordes de vendas possíveis para uma franquia de videogame.
E, bom, acho que você pode imaginar de onde é que veio a ideia de criar Johnny Cage, um super star de cinema tentando mostrar seus talentos com artes marciais, cujo movimento principal é uma abertura total das pernas em direção do chão, seguido de um soco. 
É bom lembrar que, em vez de estrelar Mortal Kombat, Van Damme acabou fazendo o papel de Guile no filme Street Fighter, uma verdadeira bomba. ~Corrão~
8. Metal Gear
Acho que foi o primeiro jogo de estratégia com movimentos sorrateiros que eu já joguei. Metal Gear é um clássico da Konami, lançado em 1987, mas que na verdade não era pra ser um jogo no qual o personagem teria que evitar seus inimigos.
O conceito inicial era um jogo padrão de tiro e combate frente a frente. Mas algumas restrições de hardware forçaram o designer Hideo Kojima a repensar o projeto.
Ele se inspirou então no filme Fugindo do Inferno, de 1963, no qual 76 soldados planejam cuidadosamente sua fuga de um campo de concentração. O designer decidiu que a estrutura do jogo envolveria movimentos de evasão, se esgueirar e se esconder, evitando ser visto, em vez de atirar nos inimigos.
E o jogo explodiu em vendas, ganhando várias sequências, como o ótimo Metal Gear Solid.
9. Tomb Raider
Esse é outro game que começou sendo pensado como um título estrelado por um herói do sexo masculino, mas mudou no meio do caminho. O jogo Tomb Raider teria como principal personagem um arqueologista com laço, incomparável faro por tesouros e humor ácido.
Com medo de um óbvio processo de direitos autorais que viria dos criadores de Indiana Jones, o estúdio pediu que o designer Toby Gard promovesse uma das personagens secundárias para o papel principal. Era uma moça chamada Laura Cruz, uma caçadora de tesouro sul-americana com cabelos longos e shorts curtos.
Após uma revisão, o estúdio tentou deixar a personagem mais amigável aos britânicos, por conta de uma parceria com a EIDOS, com sede no Reino Unido. Foi então que Lara Cruz se tornou Lara Croft, uma das personagens mais conhecidas do mundo dos games.
10. The Legend of Zelda
Poucas pessoas sabem, mas The Legend of Zelda, o original, foi desenvolvido ao mesmo tempo que Super Mario Bros. E o nome da princesa foi inspirado pela romancista Zelda Fitzgerald, “a primeira melindrosa americana“, como era chamada pelo seu marido, o também escritor F. Scott Fitzgerald.
O produtor Shigeru Miyamoto costumava dizer que ela era uma mulher famosa e linda, em todos os sentidos, e que adorava como seu nome soava.
11. Resident Evil
O que era pra ser um remake de Sweet Home, um RPG numa casa assombrada feito pela Capcom nos anos 80, se tornou o mais popular jogo de Survival horror de todos os tempos.
Os desenvolvedores, que tinham como pauta um game de tiro em primeira pessoa, mudaram os conceitos e programaram o jogo em terceira pessoa, usando como referências materiais de livros e filmes de suspense e terror, como O Iluminado.
Muitos dos cenários são bem semelhantes ao Overlook Hotel, inclusive.
(via Mental Floss)
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Música da Noite - Slipknot
Música da noite com muito zumbis porque eu amo esse clipe! Aniversário de Shawn Crahan, percussionista do Slipknot. Enjoy!
Slipknot - My Plague
quarta-feira, 25 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Nostalgia não salva "Resident Evil: Raccoon City" do fiasco; videoanálise
Apesar de carregar o nome da popular série "Resident Evil", "Operation Raccoon City" pode ser considerado uma das ovelhas negras da franquia.
No game, produzido pela Slant Six, são dignos de nota apenas a variedade de modos de jogo e a nostalgia de rever momentos dos episódios clássicos de "Resident Evil".
Para reviver essas situações o jogador precisa se esforçar e superar problemas na jogabilidade, passar por combates chatos, repetitivos e irritantes. Gráficos datados e erros de som completam o pacote.
Para reviver essas situações o jogador precisa se esforçar e superar problemas na jogabilidade, passar por combates chatos, repetitivos e irritantes. Gráficos datados e erros de som completam o pacote.
O outro lado do conflito
Diferente dos demais games da série, "Resident Evil: Operation Raccoon City" aposta no tiroteio cooperativo, de uma forma bem próximo ao que foi visto em "Resident Evil: Outbreak".
Contando o outro lado da história, o jogador assume o papel de um dos agentes da Corporação Umbrella, retornando a cenários já vistos em "Resident Evil 2" e "RE 3" e realizando missões como apagar evidências das ações da Umbrella ou matar o policial Leon Kennedy - tudo isso ao mesmo tempo em que lidam com as forças policiais, militares e, é claro, os mortos-vivos que vagam pelas ruas da cidade..
Outra novidade está na mecânica que privilegia a ação em detrimento do horror de sobrevivência das versões anteriores. Com um sistema ágil de tiroteio e cobertura similar a de "Gears of War", o jogo tem tudo para emplacar nos modos cooperativos online.
"Resident Evil: Operation Raccoon City" já está disponível para PlayStation 3 e Xbox 360, mas terá também uma versão para PC, que chega em 18 de maio.
Diferente dos demais games da série, "Resident Evil: Operation Raccoon City" aposta no tiroteio cooperativo, de uma forma bem próximo ao que foi visto em "Resident Evil: Outbreak".
Contando o outro lado da história, o jogador assume o papel de um dos agentes da Corporação Umbrella, retornando a cenários já vistos em "Resident Evil 2" e "RE 3" e realizando missões como apagar evidências das ações da Umbrella ou matar o policial Leon Kennedy - tudo isso ao mesmo tempo em que lidam com as forças policiais, militares e, é claro, os mortos-vivos que vagam pelas ruas da cidade..
Outra novidade está na mecânica que privilegia a ação em detrimento do horror de sobrevivência das versões anteriores. Com um sistema ágil de tiroteio e cobertura similar a de "Gears of War", o jogo tem tudo para emplacar nos modos cooperativos online.
"Resident Evil: Operation Raccoon City" já está disponível para PlayStation 3 e Xbox 360, mas terá também uma versão para PC, que chega em 18 de maio.
Via UOL Games
terça-feira, 17 de abril de 2012
sábado, 24 de março de 2012
Foco na ação dos jogos "Resident Evil" foi decisão comercial, diz Capcom
Notavelmente dirigida para a ação nos dias atuais, a série "Resident Evil" está cada vez mais distante do horror de sobrevivência, gênero que ajudou a popularizar.
Apesar das reclamações dos fãs mais ardorosos, a Capcom afirma que essa mudança de foco é uma decisão comercial e que "Resident Evil" deve se manter no futuro.
"Especialmente no mercado norte-americano, penso que a série precisa seguir essa direção", disse o produtor de "Resident Evil: Revelations", Masachika Kawata ao site Gamasutra.
"Especialmente no mercado norte-americano, penso que a série precisa seguir essa direção", disse o produtor de "Resident Evil: Revelations", Masachika Kawata ao site Gamasutra.
"'Resident Evil 4' começou nessa direção e 'RE 5' manteve isso. E penso que especialmente na América do Norte, nós precisamos nos manter assim e levar isso adiante", disse Kawata. Segundo o produtor, o mercado de horror de sobrevivência é "pequeno se comparado com o numero de unidades [vendidas] de 'Call of Duty' e todos esses jogos de ação".
Não é "Call of Duty"
Ainda assim, Kawata defende o seu produto, dizendo que apesar da série canônica atualmente ser mais orientada à ação, ainda é diferente de jogos como "Call of Duty".
"Temos também o 'Operation: Raccoon City', que é um jogo de tiro em terceira pessoa. Assim, acho que aumentamos a presença de mercado nesse sentido, já que temos os títulos enumerados para manter a identidade de 'Resident Evil'", concluiu.
Ainda assim, Kawata defende o seu produto, dizendo que apesar da série canônica atualmente ser mais orientada à ação, ainda é diferente de jogos como "Call of Duty".
"Temos também o 'Operation: Raccoon City', que é um jogo de tiro em terceira pessoa. Assim, acho que aumentamos a presença de mercado nesse sentido, já que temos os títulos enumerados para manter a identidade de 'Resident Evil'", concluiu.
O próximo jogo da série é "Resident Evil 6", previsto para 20 de novembro, com versões para PC, PS3 e Xbox 360.
O outro lado do conflito
Diferente dos demais games da série, "Resident Evil: Operation Raccoon City" aposta no tiroteio cooperativo, de uma forma bem próximo ao que foi visto em "Resident Evil: Outbreak".
Contando o outro lado da história, o jogador assume o papel de um dos agentes da Corporação Umbrella, retornando a cenários já vistos em "Resident Evil 2" e "RE 3" e realizando missões como apagar evidências das ações da Umbrella ou matar o policial Leon Kennedy - tudo isso ao mesmo tempo em que lidam com as forças policiais, militares e, é claro, os mortos-vivos que vagam pelas ruas da cidade..
Outra novidade está na mecânica que privilegia a ação em detrimento do horror de sobrevivência das versões anteriores. Com um sistema ágil de tiroteio e cobertura similar a de "Gears of War", o jogo tem tudo para emplacar nos modos cooperativos online.
"Resident Evil: Operation Raccoon City" já está disponível para PlayStation 3 e Xbox 360, mas terá também uma versão para PC, que chega em 18 de maio.
Diferente dos demais games da série, "Resident Evil: Operation Raccoon City" aposta no tiroteio cooperativo, de uma forma bem próximo ao que foi visto em "Resident Evil: Outbreak".
Contando o outro lado da história, o jogador assume o papel de um dos agentes da Corporação Umbrella, retornando a cenários já vistos em "Resident Evil 2" e "RE 3" e realizando missões como apagar evidências das ações da Umbrella ou matar o policial Leon Kennedy - tudo isso ao mesmo tempo em que lidam com as forças policiais, militares e, é claro, os mortos-vivos que vagam pelas ruas da cidade..
Outra novidade está na mecânica que privilegia a ação em detrimento do horror de sobrevivência das versões anteriores. Com um sistema ágil de tiroteio e cobertura similar a de "Gears of War", o jogo tem tudo para emplacar nos modos cooperativos online.
"Resident Evil: Operation Raccoon City" já está disponível para PlayStation 3 e Xbox 360, mas terá também uma versão para PC, que chega em 18 de maio.
VILÃO NEMESIS TEM MODO EXCLUSIVO PARA O XBOX 360
Relembre games de "Resident Evil"
Foto 1 de 35 - Lançado em 22 de março para PlayStation, "Resident Evil" é um dos jogos mais famosos da Capcom e considerado aquele que tornou popular o gênero "horror de sobrevivência", tornando palatável uma fórmula criada quatro anos antes por "Alone in the Dark" (PC) - Por Akira Suzuki Mais Montagem com imagens de divulgação
Via Uol Jogos
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