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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Nostalgia não salva "Resident Evil: Raccoon City" do fiasco; videoanálise




Apesar de carregar o nome da popular série "Resident Evil", "Operation Raccoon City" pode ser considerado uma das ovelhas negras da franquia.
No game, produzido pela Slant Six, são dignos de nota apenas a variedade de modos de jogo e a nostalgia de rever momentos dos episódios clássicos de "Resident Evil".

Para reviver essas situações o jogador precisa se esforçar e superar problemas na jogabilidade, passar por combates chatos, repetitivos e irritantes. Gráficos datados e erros de som completam o pacote.

Resident Evil: Operation Raccoon City

O outro lado do conflito

Diferente dos demais games da série, "Resident Evil: Operation Raccoon City" aposta no tiroteio cooperativo, de uma forma bem próximo ao que foi visto em "Resident Evil: Outbreak".

Contando o outro lado da história, o jogador assume o papel de um dos agentes da Corporação Umbrella, retornando a cenários já vistos em "Resident Evil 2" e "RE 3" e realizando missões como apagar evidências das ações da Umbrella ou matar o policial Leon Kennedy - tudo isso ao mesmo tempo em que lidam com as forças policiais, militares e, é claro, os mortos-vivos que vagam pelas ruas da cidade..

Outra novidade está na mecânica que privilegia a ação em detrimento do horror de sobrevivência das versões anteriores. Com um sistema ágil de tiroteio e cobertura similar a de "Gears of War", o jogo tem tudo para emplacar nos modos cooperativos online.

"Resident Evil: Operation Raccoon City" já está disponível para PlayStation 3 e Xbox 360, mas terá também uma versão para PC, que chega em 18 de maio.

Via UOL Games

sábado, 7 de abril de 2012

EA se defende das acusações de grupos anti-gays


A inclusão de permitir que os personagens "saiam do armário" em "Mass Effect 3" e "Star Wars: The Old Republic" ocasionou uma grande quantidade de cartas e emails reclamando sobre o conteúdo de apelo homossexual desses games.
Apesar de boa parte das cartas pedirem pela retirada de qualquer conteúdo homossexual e ameaçar boicote aos jogos da EA, a produtora já avisa que não incluirá qualquer tipo de censura em seus games.
"Qualquer jogo da EA inclui a classificação do ESRB (órgão regulamentador de faixa etária dos Estados Unidos), então é difícil de acreditar que alguém esteja surpreso com o conteúdo.
Não se trata de proteger crianças, trata-se de perseguição política", disse o vice-presidente de comunicações da produtora, Jeff Brown. A EA ainda se defende das acusações de que está "forçando" os jogadores a vivenciarem uma relação homossexual após uma suposta pressão de grupos LGBT.
"Não fomos pressionados por nenhum grupo a incluir personagens LGBT em nossos jogos. No entanto, nós encontramos com esses grupos e fóruns da indústria para discutir o conteúdo e possível assédio de jogadores em fóruns online. Em resumo, nós demos opção para relacionamento do mesmo sexo em nossos jogos; e não toleramos qualquer discurso de ódio em nossos fóruns", disse Brown.
Entre os mais inflamados está o grupo Family Research Consil (conselho de pesquisa familiar), liderado por Tony Perkins. "No novo jogo de 'Star Wars', a maior ameaça ao império podem ser os ativistas homossexuais", dizia a carta. Em contrapartida, Michael Cole-Schwartz, diretor de comunicações da Campanha pelos direitos humanos (HRC) acredita que a "EA deu um passo que indica uma mudança cultural rumo a uma grande inclusão", disse.
"Como em todos os meios de comunicação, ainda há trabalho a se feito para que mais pessoas se sintam representadas e incluídas. Isso vale também para os videogames e para as pessoas LGBT", concluiu.

ROMANCE ENTRE HOMENS É NOVIDADE DE "MASS EFFECT 3"

Novidade colorida
Novidade em "Mass Effect 3", o comandante Sheppard teve as suas possibilidades de relacionamento ampliadas com a inclusão de homossexualismo masculino entre as opções.
Mesmo em sua versão masculina, Shepard pode flertar e se envolver com outros homens em "Mass Effect 3", incluindo relações sexuais e cenas picantes.
Nos jogos anteriores de "Mass Effect", apenas a versão feminina do protagonista podia se relacionar com personagens de ambos os sexos.
Via Uol Jogos

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Livro sobre MMA revela que "Mortal Kombat" inspirou a criação do UFC

Livro conta a história do MMA e como os lutadores brasileiros se tornaram os principais expoentes do esporte.
  • Livro conta a história do MMA e como os lutadores brasileiros se tornaram os principais expoentes do esporte.
O MMA, sigla para Mixed Martial Arts, é um esporte em franca ascensão no cenário mundial e extremamente popular aqui no Brasil.
Entretanto, para chegar a esse ponto, foi necessário convencer muitas pessoas importantes no show business que essa modalidade poderia ser lucrativa e um dos muitos argumentos que foram usados para levar a ideia adiante foi o jogo “Mortal Kombat”, como é mostrado no livro “Filho Teu Não Foge À Luta”, de Felipe Awi.
A obra conta a história do MMA e, principalmente, da família Gracie, principal expoente do Jiu-Jitsu, e como foram os primeiros passos para transformar o esporte em febre mundial. Segundo o livro, um dos argumentos para criar um programa de televisão foi o vídeo “Gracie Jiu-Jitsu in Action” e o jogo da então Midway.
“O brasileiro [Rorion Gracie] havia levado debaixo do braço uma cópia do ‘Gracie Jiu-Jitsu in Action’, que impressionou os executivos, mas o dono do SEG [Bob Meyrowitz] só se rendeu de vez quando ouviu alguém dizer: ‘Todo mundo quer saber quem ganha uma luta de verdade entre um carateca e um judoca, um pugilista e um lutador de tae kwon do’. Era verdade ele também já tinha pensado nisso. Até que alguém lembrou de um jogo de videogame e de fliperama que tinha virado febre entre os jovens na época: ‘Mortal Kombat”. [...] Dois entrariam no ringue e só um sairia. Seria como Rorion aprendeu em casa: a reprodução de uma briga de rua real”.
O autor Felipe Awi conta esta e outras histórias dos principais lutadores de MMA brasileiros, como Anderson Silva e Vitor Belfort, explicando também de forma leve e fácil de entender como o Vale-Tudo, sem regras e mais violento, se transformou no The Ultimate Fighter Championship.
“Filho Teu Não Foge À Luta” é publicado pela editora Intrínseca e está disponível nas principais livrarias pelo preço sugerido de R$ 24,90.

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UFC Undisputed 3


Briga virtual
A série “Mortal Kombat” surgiu em 1992 e se destacou por ser bastante violenta e com direito a golpes fatais. Em 20 de existência foram nove jogos produzidos, sendo o mais recente um reboot da série e que chegou para o PlayStation 3 e Xbox 360 em 2011, com previsão para o PS Vita ainda em 2012.
Aliando visual arrasador e mecânica de luta nostálgica com uma quantidade absurda de conteúdo, como combates em dupla, desafios e modo história com horas de animações. Até legendas em português entraram na conta (ainda que com alguns errinhos), ajudando quem não domina o idioma a apreciar o embate entre as exóticas forças do bem e do mal.
Já o campeonato UFC também possui uma série própria de jogos e que é bem sucedida, "UFC Undisputed".  O primeiro jogo vendeu cerca de 3,5 milhões de cópias e o segundo, de 2,6 milhões de unidades. O terceiro game, o mais recente, traz uma lista de 150 atletas, incluindo lutadores das divisões penas e leves.
"UFC Undisputed 3" tem um novo sistema de submissão e meios inéditos de terminar uma luta. Além disso, traz o modo Pride, com as regras do campeonato japonês de MMA, que agora pertence ao UFC. Nessa modalidade é permitido chutes na cabeça do oponente mesmo que ele esteja no chão.

ASSISTA VIDEOANÁLISE DE "MORTAL KOMBAT"

Mortal Kombat


Via Uol Games

sábado, 24 de março de 2012

Foco na ação dos jogos "Resident Evil" foi decisão comercial, diz Capcom


Notavelmente dirigida para a ação nos dias atuais, a série "Resident Evil" está cada vez mais distante do horror de sobrevivência, gênero que ajudou a popularizar.
Apesar das reclamações dos fãs mais ardorosos, a Capcom afirma que essa mudança de foco é uma decisão comercial e que "Resident Evil" deve se manter no futuro.

"Especialmente no mercado norte-americano, penso que a série precisa seguir essa direção", disse o produtor de "Resident Evil: Revelations", Masachika Kawata ao site Gamasutra.


"'Resident Evil 4' começou nessa direção e 'RE 5' manteve isso. E penso que especialmente na América do Norte, nós precisamos nos manter assim e levar isso adiante", disse Kawata. Segundo o produtor, o mercado de horror de sobrevivência é "pequeno se comparado com o numero de unidades [vendidas] de 'Call of Duty' e todos esses jogos de ação".
Não é "Call of Duty"

Ainda assim, Kawata defende o seu produto, dizendo que apesar da série canônica atualmente ser mais orientada à ação, ainda é diferente de jogos como "Call of Duty".

"Temos também o 'Operation: Raccoon City', que é um jogo de tiro em terceira pessoa. Assim, acho que aumentamos a presença de mercado nesse sentido, já que temos os títulos enumerados para manter a identidade de 'Resident Evil'", concluiu.
O próximo jogo da série é "Resident Evil 6", previsto para 20 de novembro, com versões para PC, PS3 e Xbox 360.

Resident Evil: Operation Raccoon City

O outro lado do conflito

Diferente dos demais games da série, "Resident Evil: Operation Raccoon City" aposta no tiroteio cooperativo, de uma forma bem próximo ao que foi visto em "Resident Evil: Outbreak".

Contando o outro lado da história, o jogador assume o papel de um dos agentes da Corporação Umbrella, retornando a cenários já vistos em "Resident Evil 2" e "RE 3" e realizando missões como apagar evidências das ações da Umbrella ou matar o policial Leon Kennedy - tudo isso ao mesmo tempo em que lidam com as forças policiais, militares e, é claro, os mortos-vivos que vagam pelas ruas da cidade..

Outra novidade está na mecânica que privilegia a ação em detrimento do horror de sobrevivência das versões anteriores. Com um sistema ágil de tiroteio e cobertura similar a de "Gears of War", o jogo tem tudo para emplacar nos modos cooperativos online.

"Resident Evil: Operation Raccoon City" já está disponível para PlayStation 3 e Xbox 360, mas terá também uma versão para PC, que chega em 18 de maio.

VILÃO NEMESIS TEM MODO EXCLUSIVO PARA O XBOX 360

Relembre games de "Resident Evil"

Foto 1 de 35 - Lançado em 22 de março para PlayStation, "Resident Evil" é um dos jogos mais famosos da Capcom e considerado aquele que tornou popular o gênero "horror de sobrevivência", tornando palatável uma fórmula criada quatro anos antes por "Alone in the Dark" (PC) - Por Akira Suzuki Mais Montagem com imagens de divulgação

Via Uol Jogos

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